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sábado, 29 de abril de 2017

hoje, minha busca

http://www.mensagemespirita.com.br/md/ad/vencendo-o-desanimo


Há momentos na vida em que as coisas não saem como queremos. Fracassos afetivos ou financeiros, a falta de perspectivas profissionais ou a saúde que não melhora... Quando o desânimo se instala, sentimo-nos sem forças e tudo parece perder o sentido. A sensação é de que nada mais adianta e a vontade é a de simples­mente desistir.
Mas, ao contrário, devemos lutar para vencer a apatia, buscar a alegria, a autoestima e a paz, ter metas claras e motivação para viver. Devemos focar nossos objetivos espirituais e materiais, a fim de sermos úteis a nós mesmos, à nossa família e à sociedade.
Podemos comparar a vida a uma peça de teatro, na qual cada um representa o seu papel, que pode ser o de ator principal ou de mero coadjuvante. Somos nós que escrevemos a história de nossa vida, dia após dia, quando tomamos nossas decisões e fazemos opções.
Quando sentir que o desânimo ameaça tomar con­ta de você, segure as mãos de Jesus e, numa decisão cheia de fé, lance todas as suas angústias sobre ele, que se preocupa e cuida de você. Não se apavore com as dificuldades, seja maior que seus problemas. Não de­sanime! Deus está contigo.

Palavra que orienta

"Sede fortes e corajosos!
Não vos intimideis [...] Pois o Senhor teu Deus
é ele mesmo o teu guia, e não te deixará
nem te abandonará" (Dt 31,6).

Paulo encontrava-se apreensivo com o que lhe aconteceria em Jerusalém, aonde pretendia levar o Evangelho, e um anjo enviado por Deus encoraja-o a continuar sua missão e a realizar seus planos (cf. At 27,23-25).
Assim como Paulo, as pessoas que amam a Deus sobre todas as coisas depositam nele a sua confiança e recebem a promessa de que ele nunca as abandonará (cf. Dt 31,6). É mais fácil, então, se animar e perseve­rar, resistir às tentações e provações, confiando plena­mente no Senhor, que diz: "Coragem! Sede fortes!".
"Enfim, fortalecei-vos no Senhor, no poder de sua força" (Ef 6,10). O Senhor é maior que tudo e vai dian­te de nós! Ele nos ama e jamais permitirá que as prova­ções sejam superiores ao que podemos suportar.
Como discípulos de Jesus, precisamos aprender a assumir uma posição interior de combate às dificul­dades logo que elas aparecerem, não deixando que tomem conta de nós. Como podemos fazer isso? Le­vantando bem alto o escudo da fé!
Precisamos de força espiritual para lutar contra o sentimento de desânimo que leva à inércia. É neces­sário ter persistência para vencê-lo, para ver surgir a graça, a alegria, o alento. Alimentar nosso espírito com o poder de Deus e não dar espaço para pensamen­tos negativos.
A fé é um dom. Animemo-nos! Sejamos fiéis aos ensinamentos de Deus e tenhamos esperança em dias melhores, pois Jesus está atento às nossas necessidades.

Mensagem de esperança

Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (cf. Rm 8,28).
Quando estiver atravessando águas profundas e sentir que vai naufragar, não tema! Deus está pronto a ajudá-lo e não quer vê-lo desanimado.
O desânimo passageiro é normal. O que não pode é permanecer desanimado por longos períodos. Isso deve ser renunciado, porque traz amargura e abati­mento. "Não tenhas medo, não te acovardes" (Js 1,9).
Faça o que estiver ao seu alcance para superar a apatia. Procure descobrir as causas e as possíveis solu­ções para o problema.
Confie em Deus. Ele é Pai e o ama, preocupa-se com você e quer sua felicidade! Ele está sempre dando sinais de sua presença em nosso meio. Fique atento à ação dele.
Renuncie ao desânimo, caminhe confiante e vencerá!

Oração

Senhor, neste momento em que me encontro desa­nimado e sem vontade de seguir adiante, coloco-me na tua presença e peço que me conduzas pelos caminhos de Jesus, para que eu encontre a luz.
Em minha vida há tristeza, amargura, problemas sem fim. Ajuda-me a vencer o desânimo e lutar para encontrar a saída. Vem em meu auxílio e protege-me. Fortalece-me com teu Espírito Santo, fazendo com eu reencontre o ânimo e a vontade de seguir confiante, trilhando os caminhos da vida.
Que eu vença as dificuldades com alegria e possa em tudo te louvar e agradecer.
Senhor Jesus, esteja diante de mim para guiar-me e muda tudo o que não sou capaz, a começar pelo meu coração. Salva-me, Senhor, como salvastes a Pedro que afundava nas águas do mar. Refrigera minha alma para que eu encontre tua paz e conduz-me por águas tranquilas.
Obrigado, Senhor, por ouvires minha prece! Amém!

"Protege-me, ó Deus:
em ti me refugio"
(SI 16,1).

Autora: Rosemary de Ross 
Texto do livro: Mensagens e orações para diversas situações do dia a dia - Paulinas Editora

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A psicologia e a doença renal crônica

matéria retirada do site http://www.prorim.org.br/site/artigos/ver/i/12  por: Claudia Tavares Ruggi



O enfrentamento das incapacidades e perdas geradas pela doença crônica: um estudo de portadores de insuficiência renal crônica em hemodiálise. 

O tratamento hemodialítico constitui-se em recurso terapêutico bastante difundido no tratamento da insuficiência renal crônica. A avaliação do processo de adoecimento do paciente renal crônico a partir de seu próprio convívio com a doença e tratamento hemodialítico identificou que estes pacientes utilizam estratégias de enfrentamento que envolvem “esforços intrapsíquicos”, “voltar-se para os outros” e também a “ação direta”, em decorrência das perdas e incapacidades geradas pela doença (perda do poder físico, perdas sociais, econômicas, sexuais, perda da liberdade e privacidade). 

Constatou-se que não é fácil, tanto para o paciente como para os familiares, “habitar” ou conviver com uma doença crônica (a insuficiência renal crônica), que se caracteriza atualmente por um curso demorado, podendo ser progressiva, eventualmente fatal ou resultar em diversos prejuízos, requerendo tratamentos dialíticos prolongados, rigorosos, freqüentes e dispendiosos, facilitando sentimentos de impotência, desânimo generalizado e sensação permanente de ameaça à integridade corporal do paciente. 

Além disso, o tratamento hemodialítico evoca uma questão paradoxal para o paciente: como um tratamento pode ser tão desprazeiroso? Acresce-se a questão da desinformação o que aumenta os efeitos ansiogenos gerados pela vivência da doença e do tratamento aos pacientes. 

Assim, verificou-se neste estudo que o doente renal crônico luta para entender e aceitar sua doença, procurando incansavelmente, através de estratégias de enfrentamento, compreender a doença e seu respectivo tratamento. 

A atual tendência da Psicologia e das ciências voltadas para a área da saúde é considerar o homem como um ser no mundo, dentro de uma perspectiva holística que integre três esferas biológica, psicológica e social, que são interdependentes e só podem ser compreendidas uma em função da outra.

Assim, o profissional de saúde deveria pensar no doente como um ser humano dotado de corpo e alma e que naquele momento de sua vida necessita de cuidado pessoal e especial. Nesse sentido, o apoio psicológico no tratamento do paciente portador de insuficiência renal crônica é um aspecto fundamental em todo o programa terapêutico eficaz e humano, tendo em vista as múltiplas situações difíceis e ameaçadoras que esse paciente atravessa na vivência da doença.

O psicólogo que atua no hospital geral trabalha com o ser doente, que a todo momento procura resgatar sua essência de vida, interrompida pela ocorrência do fenômeno doença. Além disso, firmada na posição humanística de especial atenção aos pacientes e familiares, o psicólogo hospitalar considera a pessoa humana em sua globalidade e integridade, única em suas condições pessoais, com seus direitos humanamente definidos e respeitados.

Deste modo, o psicólogo que atua na unidade de diálise procura ser o intermediário psicológico, buscando atingir a compreensão das relações entre profissionais, entre profissionais/pacientes e profissionais/família, pois muitas vezes a angústia ou a depressão do paciente renal crônico refere-se à destruição do corpo, sofrimento, invalidez, medo do tratamento hemodialítico, gerando, então, dificuldades na relação médico - paciente. Além disso, deve-se considerar a história de vida do paciente como referencial para suas atitudes de enfrentamento e relações.

O psicólogo junto ao paciente portador de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico deve procurar investigar a vivência do doente, identificando o que se passa na consciência deste a partir do momento em que passa a conviver com uma doença crônica, através de uma relação envolvente, empática e flexível, visando um encontro real e se afastando da postura impessoal que permeia o atendimento psicológico clínico tradicional.

A assistência psicológica na unidade de diálise busca o alívio emocional do paciente como também de seus familiares. Nesse sentido, o psicólogo tem como função entender e compreender o que está envolvido na queixa, no sintoma e na patologia, para ter uma visão ampla do que está se passando com o paciente renal crônico, para que possa auxiliá-lo no enfrentamento desse difícil processo, bem como dar à família e à equipe de saúde subsídios para uma compreensão melhor do momentum de vida da pessoa enferma.

Assim, o psicólogo como membro da equipe de uma unidade de diálise tem, que observar e ouvir com paciência as palavras e silêncios, já que este profissional é quem mais pode oferecer, no campo da terapêutica, a possibilidade de confronto do paciente com sua angústia e sofrimento na fase de doença e tratamento, buscando superar os momentos de crise.

O atendimento psicológico na unidade de diálise tem ainda como finalidade vivenciar junto ao paciente renal crônico seus conflitos frente a sua nova condição de ser, escutando suas experiências, despojando-se dos condicionamentos e predisposições inerentes da condição humana. Nesse atendimento, o psicólogo poderá avaliar o grau de comprometimento emocional causado pela doença e pelo tratamento, proporcionando condições para que o paciente possa desenvolver ou manter capacidades e funções não prejudicadas pela doença.

Assim, ao favorecer ao paciente a expressão de seus sentimentos sobre a doença e tratamento, situações por sí só mobilizadoras de conflito, o psicólogo facilitará também a ampliação das estratégias adaptativas do paciente, neutralizando ou minimizando o sofrimento inerente ao ser e estar doente com insuficiência renal crônica.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Manifesto | Importante

Para conseguirmos mudar algo precisamos de força, ânimo, motivação. E é certo que temos tudo isso porém a doença renal nos "apaga" um pouco. Se pensarmos que na cadeira ao lado temos um amigo com problemas parecidos e talvez mais precisado que nós, e que ainda outros amigos nem terão a chance de sentar nessa cadeira. Se pensarmos que com um gesto simples, um passo de cada vez, uma palavra, uma assinatura, um alerta, podemos falar a nossos governantes de coisas que talvez eles nem saibam pois nos faltou voz para isso. Agora é o momento de falarmos, e juntos é melhor que sozinho.
Se você assim como eu é paciente e sua clínica ainda não se mobilizou, converse com seu médico, ainda da tempo de enviarmos as assinaturas. Se precisarem da minha ajuda para o envio, se eu tiver possibilidades de esclarecer alguma dúvida, estou a disposição, me contatem pelo chat do blog. Um abraço e Deus abençoe.


#clique na imagem para mais detalhes#

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

40 anos em hemodiálise

O seguinte artigo (em Inglês) relata a história de um paciente ao longo de 4 décadas de hemodiálise. Devido ao Síndrome de Alport, teve que iniciar a hemodiálise em 1968, mantendo o tratamento até aos dias de hoje. Realizou um único transplante em 1973, mas que não foi bem sucedido, tendo rapidamente voltado à hemodiálise.

Trata-se de uma espécie de "diário" (embora com longos hiatos pelo meio), escritos pelo próprio paciente, antigo Professor Universitário, Richard L. Faber. Foi escrito por fases, desde o início da hemodiálise aos 28 anos (em 1968), até ao presente (Junho de 2008). Cada fase descreve o estado clínico, bem como as suas atitudes e opiniões face ao tratamento. Os comentários em itálico foram acrescentados no presente.

http://www.nephronline.com/features.asp?F_ID=388

Perseverança, autocontrole, enfim, um exemplo.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Portal Diabetes

Nossos irmãos diabéticos tem que ficar alerta, aderir ao tratamento, para evitar outras tantas complicações que podem surgir dai. É melhor dar uma conferida clicando na imagem.

Seus Rins Estão Trabalhando Bem?

Matéria que encontrei no site da TRANSDORESO em Sorocaba, interior de São Paulo.
O Conteúdo do site, vale dar uma conferida.
Clique na imagem.

sábado, 25 de outubro de 2008

Sociedade Brasileira de Nefrologia - Campanha de Prevenção de Doença Renal

Dia Mundial do Rim: Data será marcada pela luta contra a desinformação



Números
1 em cada 10 brasileiros tem problemas renais.
60% dos casos de insuficiência renal são de pessoas com diabetes e hipertensão arterial e 40% de outras doenças.
70% das vítimas da insuficiência renal morrem antes de chegar ao diagnóstico.
12 milhões de brasileiros têm problemas renais e não sabem.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Equilíbrio entre Fósforo e Cálcio na IRC

Fundação Pró-Renal

Veja:

Quais as funções dos rins?
O que é insuficiência renal crônica?
Quais as doenças que podem levar à insuficiência renal?

Tudo isso e muito mais... Conteúdo excelente, vale a pena conferir.

Compatibilidade HLA, anticorpos e você

Um dos exames determinantes para o "chamamento". Veja que interessante, no site da Central de Transplantes de Pernambuco.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo

Quer consultar sua situação na lista de transplantes ? Clique na imagem.



Aqui você também tem a situação para transplante de coração, fígado, pâncreas, córnea e pulmão.
Vale lembrar que antigamente você acessava a sua situação na lista de transplantes através do seu CPF, e hoje você precisa saber o seu número do RGCT (Registro Geral da Central de Transplante). Esse número seu médico pode lhe fornecer.

Hemodiálise

Quer saber mais sobre Hemodiálise ? Wikipédia, um bom local.