Faculdade de Medicina
sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tive de mudar alguns horários na minha rotina de trabalho e me perdi um pouco nos horários da medicação.
O fósforo subiu devido a esse descontrole de cálcio principalmente.
As costas, pernas, juntas em geral ficaram totalmente travadas.
As caminhadas não ajudaram muito não.
Estou tentando me adequar aos novos horários e aparentemente já estou melhor.
Estou ficando velho e ando meio enferrujado. Um abraço. Edson.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Dias depois...
Hoje, alguns livros depois...
Continuo por aqui, dia a dia, cada vez mais grato.
Grato a Deus pela consciência desperta, pela respiração, pelas dificuldades, pelas facilidades.
As “juntas” doem um pouco agora, preciso procurar me “mexer” mais, exercitar um pouco dentro dos limites.
Na medida que a máquina grita a alma brilha, porém não brilha por esse motivo.
Deus abençoe. Edson.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Orgulho
Não que eu fique surpreso, e sim extremamente feliz e orgulhoso.
Filha, obrigado por ter me proporcionado um dos momentos mais importantes da minha vida.
Na matemática eu diria: Sua realização é a minha ao quadrado, rs.
Professora, obrigado por participar da vida de meus filhos. Todos falam de você com muito carinho. Edson.
Clique aqui e veja a matéria exibida na TV TEM, afiliada da rede globo na região
domingo, 30 de maio de 2010
Me lembrei
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Hemodiálise

Um ano e meio em CAPD, terceira peritonite. Achei que esta seria simples como a segunda, mas não foi bem assim. A cada troca, parecia estar infundindo fogo no meu peritônio. Pseudomonas é barra. Andei “curvado” bastante tempo ainda depois de retirar o tenckhoff. Meu anjo, minha mãe, foi literalmente meu apoio. Uma fístula, a única, outro cateter até sua maturidade. Com cara de japonês, desmaiei kk. Creio que essa foi à única vez. Lembro do Dr. Marcio trabalhando para conter a hemorragia. Bons tempos. Meu medo era tanto que não pude perceber a grandiosidade daqueles pequenos atos. Iniciei na Hemodiálise. Que vergonha, 5 quilos na primeira sessão, a chamada de atenção foi inevitável... Também, merecia aquele churrasco na casa da mãe. Cada caso é um caso, e no meu caso a hemodiálise me trouxe uma qualidade de vida melhor. Passei a ir pra casa todos os finais de semana. Meu médico me ajudava toda sexta feira para que eu pudesse fazer a viagem pra casa... Sem estresse, sem usar sua ajuda como moeda de troca. Aguardei uma vaga num centro de diálise mais próximo de casa. Chegou a hora... Transferência... Uma nova etapa.
